quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Santo Tomás de Aquino
Art. 1 ― Se a intenção é ato do intelecto ou da vontade.
(II Sent., dist. XXXVIII, a. 3; De Verit., q. 22, a . 13).
O primeiro discute-se assim. Parece que a intenção é ato do intelecto e não da vontade.
1. ― Pois, diz a Escritura (Mt 6, 22): Se o teu olho for simples, todo o teu corpo será luminoso, significando olho, a intenção, como diz Agostinho1. Ora, os olhos, sendo instrumentos da visão, significam potência apreensiva. Logo, a intenção não é ato da potência apetitiva, mas da apreensiva.
2. Demais. ― No mesmo passo observa Agostinho, que a intenção é chamada luz pelo Senhor, quando o Evangelho diz (Mt 6, 23): Se pois a luz que em ti há são trevas, etc. Ora, a luz diz respeito ao conhecimento. Logo, também a intenção.
3. Demais. ― A intenção designa um certo ordenar-se ao fim. Ora, ordenar é próprio da razão. Logo, a intenção pertence a esta e não à vontade.
4. Demais. ― O ato da vontade recai sobre o fim ou sobre os meios. Quando recai sobre o fim chama-se vontade ou fruição; quando recai sobre os meios, eleição; ora, de uma e outra difere a intenção. Logo, esta não é ato da vontade.
Mas, em contrário, diz Agostinho2: a intenção da vontade une o corpo visto à vista; e semelhantemente, a imagem existente na memória à fina ponta do espírito, que cogita interiormente. Logo, a intenção é ato da vontade.
Solução. ― Intenção, como o próprio nome o indica, significa tender para alguma coisa. Ora, para alguma coisa tende tanto a ação do motor como o movimento do móvel. Ora, pela ação do motor é que o movimento do móvel tende. Logo, a intenção, primária e principalmente é própria do que move para o fim; e por isso dizemos que o arquiteto, bem como todos os que ordenam, move os outros pelo seu império, ao fim para o qual ele tende. Ora, como já se estabeleceu3, a vontade move para o fim todas as outras potências da alma. Por onde é manifesto, que a intenção é propriamente ato da vontade.
Donde a resposta à primeira objeção. — Chama-se intenção aos olhos, metaforicamente; não que ela seja própria do conhecimento, mas porque pressupõe este, pelo qual é proposto à vontade o fim para onde ela a move. Assim, com os olhos prevemos para onde devemos corporalmente tender.
Resposta à segunda. ― Chama-se à intenção luz porque é manifesta ao que entende. Por isso também as obras se chamam trevas, porque o homem sabe o que entende, mas não o que resulta da obra, como Agostinho expõe no mesmo passo.
Resposta à terceira. ― Por certo que a vontade não ordena, mas tende contudo para alguma coisa, segundo a ordem da razão. Por onde, esse nome de intenção designa um ato da vontade, pressuposta à ordenação da razão, que ordena uma coisa para o fim.
Resposta à quarta. ― A intenção é ato da vontade relativamente ao fim. Ora, de tríplice modo a vontade visa o fim. Absolutamente, e então chama-se vontade o ato pelo qual queremos, de modo absoluto, a saúde ou coisa semelhante, que exista. De outra maneira, o fim é considerado como o em que a vontade descansa, e então a fruição respeita ao fim. Em terceiro lugar, o fim é considerado como o termo de algo que para ele ordena, e é assim que a intenção diz respeito ao fim. Pois, não intendemos a saúde só porque a queremos, mas porque queremos alcançá-la por alguma meio.
Intenção ou Desejo
A intenção é tudo e o fato, nada. Deus julga a intenção e o fato em si teria pouca importância. Deus atenta para o pensamento e não para o fato.
O homem que se prende à exterioridade e não ao coração, é uma Alma de vista estreita.
O ensino de Jesus era frequentemente alegórico e em forma de parábolas, porque ele falava de acordo com a época e os lugares.
Faz-se hoje necessário que a verdade seja inteligível para todos.
É preciso, pois, explicar e desenvolver essas Leis, tão poucos são os que as compreendem e ainda menos os que as praticam.
Nossa missão é a de espertar os olhos e os ouvidos para confundir os orgulhosos e desmascarar os hipócritas: os que afetam exteriormente a virtude e a religião para ocultar as suas torpezas.
O ensinamento deve ser claro e sem equívocos a fim de que ninguém possa pretextar ignorância e cada um possa julgá-lo e apreciá-lo com sua própria razão.
Estamos encarregados de preparar o Reino de Deus anunciado por Jesus, e por isso é necessário que ninguém possa interpretar a Lei de Deus ao sabor de suas paixões, nem falsear o sentido de uma Lei que é toda Amor e Caridade.
Deus deixa ao homem a escolha do caminho: tanto pior para ele se seguir o mal; sua peregrinação será mais longa. É necessário que ele conheça o bem e o mal.
A Lei de Deus é a mesma para todos: mas o mal, sobretudo, da vontade que se tenha de fazê-lo. O bem é sempre bem e o mal sempre mal, qualquer que seja a posição do homem; a diferença está no grau de responsabilidade. A intenção ou desejo de fazer o mal já se basta por si, é como se tivesse cometido.
Deus abençoa sempre os que praticam o bem; amparar os pobres e os aflitos é o melhor meio de homenageá-lo.
A Lei de Deus é bem clara em vários pontos e nos ensina sempre a fazer o bem. Se queremos o bem, façamos o bem! O mal se paga com o bem, se você mesmo fazendo o bem para determinada pessoa e recebe o mal em troca, Deus saberá como nos recompensar. Amar a Deus e o próximo como a ti mesmo é o fundamento básico da Palavra de Deus, vamos todos buscar nos apartar do mal e buscar a paz, cuidarmos da nossa fé em Cristo e Deus saberá nos recompensar com suas dádivas.
O mal é uma erva daninha. Devemos eliminá-la.
A prática do bem é garantia da Paz.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A Mente Yi - O Poder Interno da Intenção

Ely Britto
Instrutora de Qigong- sistema Mantak Chia
A intenção é uma direção interna da qual nem sempre somos conscientes. Um algo invisível que direciona nossa vida cotidiana e nos traz graças e desgraças. Nossa intenção precisa ser conhecida, identificada, trabalhada e estudada profundamente se queremos ter um controle saudável sobre o nosso destino, a nossa vida material, espiritual e emocional.
Os chineses consideram a intenção como um poder inquestionável que nasce da menteYI. A mente Yi significa força mental, intenção, percepção, concentração. A mente Yi é o resultado da união interna que se processa quando nossa mente pensante a vontade (cérebro) se une a nossos sentimentos (coração) e a mente abdominal, as entranhas (concretização- o corpo). Estas 3 vontades nunca estão unidas, cada uma buscando seus próprios objetivos que quase sempre estão em conflito.
As ultimas pesquisas científicas divulgadas pela imprensa nos últimos 10 anos e discutidas em alguns livros como “ O segundo Cérebro” do Dr. Michael G. Gerson MD e o livro inédito no Brasil “The Heart´s Code” escrito pelo PhD Dr. Paul Pearsal, já provam cientificamente a existência de mais dois cérebros em nosso corpo o cardíaco e o abdominal. O material publicado nestes livros mostra que temos um “cérebro” que pensa, que registra, guarda e processa informações tanto no coração quanto no ventre. Estas descobertas foram feitas pelos chineses há milhares de anos atrás. Os conhecimentos taoistas afirmam que não somente temos estes 3 principais cérebros, e ainda mais, afirma que cada célula e órgão de nosso corpo é inteligente e capaz de tomar suas próprias decisões.
Pobres homens que ainda acreditam que são os “donos” absolutos de seu corpo, de seu coração e de todas as células deste corpo... A vida com seus problemas, os hospitais cheios de doentes e os problemas de relacionamento provam claramente que não temos ainda este controle, que precisamos urgentemente aprender a administrar todas estas “vontades” que ainda brigam dentro de nós: a vontade do corpo, da mente e do coração. Conseguindo esta façanha, com certeza teremos o poder interno, o poder da intenção e as maravilhas que esta intenção poderosa vai poder construir em nossas vidas.
Quando criança, eu ouvia histórias de fadas que faziam mágicas com suas varinhas de condão mudando tudo a sua volta. Ordenavam e as forças da natureza obedeciam, e tudo aquilo pelo poder de uma varinha mágica que carregavam na mão e pediam; “faça isto ou aquilo” e os sonhos mais impossíveis se tornavam realidade. Lembro-me da minha primeira decepção quando um dia, acordei bem cedo, antes de qualquer adulto poder impedir minhas andanças, (tinha uns 4 anos) e fui para o quintal onde encontrei uma varinha. Na minha mente de criança aquela era a varinha mágica dos contos de fadas e que ela tinha o poder de realizar todas as minhas ordens. Corri para o enorme quintal de nossa casa e ordenei para a mangueira na minha frente que saísse do lugar e viesse passear comigo. Apontei a varinha para a mangueira e tentei uma, duas e inúmeras vezes ...e a mangueira enorme não movia uma única folha, ali inerte na terra rindo da minha inocência de criança.
Às vezes olho para o rumo que tomou minha vida de adulta, e acredito que aquela primeira decepção ainda direciona todo meu trabalho dedicado a pesquisar uma forma de ter uma varinha mágica, de descobrir o que ela significa e tentar construir uma vida melhor para todos nós na terra. Acredito sinceramente que foi aquela primeira decepção que me tornou uma instrutora de Qigong (Alquimia Interna Taoista) e estudiosa do I Ching, o livro das mutações. Hoje escrevendo este artigo sinto, mais do que nunca, que a varinha mágica existe, mas temos que conquista-la e construí-la fortalecendo o poder de nossa intenção. Este poder interno pode realmente construir mundos porque não apenas deseja coisas, mas usa a intenção poderosa para realizar as coisas que deseja.
Hoje sei que podemos unificar estas 3 mentes numa única mente e tomar posse de nosso poder interno; a intenção poderosa que constrói mundos.
Vamos aos passos necessários para chegarmos lá;
Passo um – focalizar a atenção e a consciência – construir a atenção plena. Aqui precisamos fazer com que a mente “macaco”, que pula de um pensamento a outro, focalize em um único objetivo de cada vez. Para isto precisamos deslocar o foco da atenção do cérebro da cabeça para o cérebro abdominal no Tan Tien inferior. Precisamos fazer com a que a energia desça e aprenda a operar a partir do CENTRO abdominal. Na Alquimia Interna Taoista usamos posturas, fórmulas que levam a mente a baixar seu foco para o centro do corpo, para o cérebro abdominal. Assim conquistamos o cérebro da cabeça; o Tan Tien superior. Criamos um silêncio interno, um espaço que acolherá nossas melhores intenções.
Passo dois – Aprender a transformar as emoções negativas em energia pura. As emoções negativas são nossa matéria prima de trabalho. Aprendendo como transforma-las antes que se apossem do coração, tomamos posse do cérebro do coração. Na Alquimia Interna Taoista aprendemos a meditação do sorriso e os seis sons que curam para transformar estas emoções, e assim, tomamos o controle sobre o cérebro do coração, no Tan Tien médio. Nesta fase nos livramos do poder destruidor das emoções negativas e utilizamos sua energia pura para construir nossa paz interior.
Passo três - Recuperamos a energia original, a energia dos rins, aprendendo a captar a energia da terra e a transformar a energia sexual em pura vitalidade para fortalecer o corpo. Usamos as fórmulas do Iron Shirt Chi Kung e suas posturas para abrir os vasos maravilhosos e usamos a técnica de transformação da energia do sêmen e do ovário para gerar uma grande quantidade de energia. Esta energia transformada nos dará o poder necessário para construirmos nossa realidade externa dentro de valores sólidos, sábios e duradouros.
Último passo – Unir todas estas forças em uma só, fazendo a energia circular entre estes três cérebros, estas 3 vontades. Formamos assim, uma única vontade que é movida pela intenção; pela mente unificada Yi.
Uma intenção poderosa é uma vontade, uma percepção e uma concentração unificadas. Quando conseguimos esta unificação, seremos realmente os senhores de nossa casa. Mas iludem-se aqueles que pensam que este poder é controlador, dominador e rígido. Este poder é amoroso, maleável e funciona em sintonia com o movimento natural das coisas, o Tao de cada situação. Ele deixa cada centro se governar, se auto-regular. Em verdade nosso comando é de mão dupla, parte realizada pela nossa vontade que convida, muito mais do que ordena, e parte pelo poder e pela “vontade” da energia viva, que é consciente, mestra e sábia.
Exercício para desenvolver a intenção:
1- Sente-se em um local calmo e fresco com a coluna reta e o queixo ligeiramente apontado para o osso esterno, localizado logo abaixo das clavículas.
2- Sorria, puxe o canto dos lábios para os lados e levante a maçã do rosto. Relaxe os olhos e a testa e pense em um momento ou em alguém que inspira este sorriso em sua face.
3- Com os olhos fechados engula a saliva e siga-a enquanto desce pelo corpo levando o sorriso com a saliva até os órgãos. Sorria para os rins, faça conexão com a energia fria dos rins sentindo calma e serenidade. Pense na cor azul, no mar de um azul profundo e escuro. Visualize o sol brilhando embaixo desta água, ou um vulcão aquecendo esta água. Sorria para o fígado, visualize uma floresta e o sol sobre a floresta. Sinta bondade e perdão e sorria estas qualidades dentro do fígado junto com a cor verde folha. Expanda esta bondade para todo o corpo. Sorria para o coração, entre em contato com seu coração. Visualize um por do sol, as cores do por do sol e sorria esta cor cheia de alegria e amor dentro do seu coração. Acalme o coração com um sorriso de alegria e amor. Sorria para o baço, entre em contato com este órgão dentro do seu corpo. Visualize o dourado do sol dentro do baço. Sinta equilíbrio e harmonia e eleve estas emoções puras para dentro do baço, do pâncreas e do estômago. Sinta esta cor dourada acalmar e resfriar estes órgãos. Sorria para os pulmões. Visualize o ar puro das montanhas e a cor branca das nuvens. Sorria a emoção da coragem dentro dos dois pulmões. Sinta a coragem se expandir por todo o seu corpo. Recolha estas energias purificadas no períneo, (o músculo com o qual você segura o xixi). Use sua atenção para unir o períneo com o centro do cérebro. Inspire contraia suavemente o períneo e sinta todas estas cores brilhantes subindo pela coluna e girando dentro do cérebro. Gire os olhos dentro do cérebro para fortalecer mais a presença das energias das virtudes dentro dele.
4- Engula a saliva e siga seu trajeto com os olhos fechados. Vá até a região atrás do umbigo. Gire os olhos internos dentro deste espaço abdominal, gire por alguns momentos até sentir um vortex, uma força em espiral girando ali. Sinta que esta acordando a força do abdômen e do segundo cérebro.
5- Use o poder da mente e da força espiral para levar estas energias até a região do coração, no tórax. Gire novamente uma espiral neste ponto (sempre girando os olhos enquanto move a energia dentro do tórax.) Sinta o amor e a alegria se expandindo e girando ali. Faça isto por alguns momentos. Sinta que esta acordando a força do cérebro do coração.
6- Suba esta espiral para o cérebro. Sorria dentro do cérebro E sinta um arco-íris brilhando dentro de sua cabeça. Sinta que está acordando e focalizando sua atenção. Sinta a cabeça vazia de pensamentos e cheia de luz!
7- Comece a girar os olhos e as espirais, passeando entre os 3 Tan Tiens ou as 3 cavidades do corpo; o abdômen, o tórax e a cabeça. Sinta as 3 mentes se unificando e se dissolvendo em uma única mente, uma única vontade. Leve esta energia pura e a misture com a energia criativa sexual dos ovários e dos testículos. Misture seu amor, sua vontade e sua força sexual em uma única força direcional.
8- Dirija esta vontade unificada em direção daquilo que pretende construir agora em sua vida.
Se você não conseguir fazer o exercício acima e obter um resultado positivo, procure nossos cursos. Com certeza tem alguma energia bloqueada pelas emoções negativas que não se liberou ainda e precisa de mais trabalho interno para ser transformada. Sua “varinha mágica”, a intenção, ainda não está pronta para ser usada com a força que deveria possuir para construir a sua vida. Todas as grandes conquistas nas nossas vidas depende da qualidade e funcionamento efetivo de nosso Yi.


O PODER DA INTENÇÃO

Retrato de uma pessoa conectada com o campo da intenção

Uma pessoa que vive em um estado de unidade com a Fonte de toda vida não aparenta ser diferente das outras pessoas. Além disso, esta pessoa não possui uma auréola, nem se veste com roupas especiais que anunciem as suas qualidades divinas.
Entretanto, quando notar que alguém passa pela vida como os afortunados que parecem obter todas as vantagens, e parar para falar com estas pessoas, perceberá o quanto são singulares, comparando-se com as pessoas que vivem nos níveis ordinários de consciência. Se passar alguns momentos conversando com elas, que já estão conectadas com o poder da intenção, verá como são especiais.
Estas pessoas, que eu chamo conectores para ressaltar a sua harmoniosa conexão com o campo da intenção, são indivíduos que se fizeram a si mesmos disponíveis para o êxito. É impossível encontrá-los em um estado de pessimismo com relação à realização do que desejam para suas vidas. Ao invés de utilizarem uma linguagem indicadora de que os seus desejos não podem se materializar, falam com uma convicção interior que comunica o seu simples e profundo conhecimento de que a Fonte universal provê tudo.
Eles não dizem: “Com esta sorte que tenho, não pode ser que as coisas se ajeitem.” Ao invés disto, é muito mais provável ouvi-los dizendo algo como: “Planejo criar isto e sei que funcionará.”. Não importa o quanto tente dissuadi-los com todas as razões pelas quais o seu otimismo deveria ser mitigado, pois eles parecem estar felizmente cegos a estas repercussões “realmente comprovadas”. É como se estivessem em um mundo diferente, um mundo em que não podem escutar as razões pelas quais as coisas podem não sair bem.
Se se empenhar em fazer que falem consigo sobre esta idéia, simplesmente dirão algo como: “Nego-me a pensar que poderia não acontecer, porque eu atrairei exatamente aquilo que penso, e, por isto, só penso no que sei que acontecerá.” Não importa o que aconteceu antes. Não se relacionam com os conceitos de fracasso ou impossibilidade. Sem mais alardes, eles não são afetados pelas razões que existem para serem pessimistas. Fizeram-se disponíveis para o êxito, como também conhecem e confiam em uma força invisível que é oniprovidente. Estão tão bem conectados à Fonte, que tudo provê, que é como se tivessem uma aura natural que impede que qualquer coisa vinda do exterior possa debilitar a sua conexão com a energia criadora do poder da intenção.
Os conectores não focalizam os seus pensamentos no que não querem porque, como lhe explicarão, a Fonte de tudo só pode responder com o que é, que não é outra coisa que abastecimento infinito. Não pode levá-lo a passar penúrias ou escassez, nem a coisas que não funcionem, porque não é nenhuma destas coisas. Se eu digo à Fonte de todas as coisas, “Isto provavelmente não vai funcionar”, receberei dela precisamente isto que enviei, de modo que será melhor não pensar em alguma coisa que não concorde com o que a minha Fonte é.
Para a pessoa média que tem temores sobre o futuro, tudo isto soará como algo incompreensível. Pedirão ao seu amigo, o conector, que dê uma olhada para a realidade e que, de modo realista, comprove em que mundo vive. Mas os conectores não se desviam do seu conhecimento interior. Dirão, se decidir escutá-los, que este é um universo de energia e atração, e que a razão pela qual tantas pessoas vivem vidas de medo e sofrimento é porque dependem do seu ego para o cumprimento dos seus desejos. É simples, dirão: “Reconecte-se com a sua Fonte, e sei como a sua Fonte e as suas intenções se encaixarão perfeitamente com a Fonte oniprovedora.”
Para os conectores tudo isto parece muito simples. “Mantenha os seus pensamentos naquilo que tem intenção de criar. Permaneça solidamente alinhado com o campo da intenção e busque as pistas que chegam até você vindas da Fonte onicriadora.”
Para um conector, simplesmente os acidentes não existem. Percebem os acontecimentos aparentemente insignificantes como se fossem orquestrados em perfeita harmonia. Acreditam na sincronicidade e não lhes surpreende que apareça a pessoa perfeita para uma certa situação; ou que alguém, em quem estavam pensando, logo telefone; ou que um livro chegue de improviso pelo correio trazendo a informação de que precisavam; ou que, misteriosamente, apareça o dinheiro necessário para financiar um projeto que estavam planejando.
Os conectores não tentarão convencê-lo do seu ponto de vista com argumentos. Sabem fazer algo melhor do que colocar um monte de energia discutindo ou se frustrando, porque isso atrairia discussões e frustrações para as suas vidas. Eles sabem que sabem e não lhes seduz construir uma força opositora de resistência para as pessoas que vivem de outra maneira. Aceitam a idéia de que os acidentes não existem em um universo que tem como Fonte uma força energética invisível que continuamente cria e proporciona uma provisão infinita a todo aquele que queira se abastecer dela. Se lhes perguntar, dirão simples e claramente: “Tudo o que se precisa fazer para chamar o poder da intenção é permanecer em perfeito alinhamento com a Fonte de tudo, e eu escolhi permanecer tão estreitamente alinhado com a Fonte como me é possível.”
Para os conectores, tudo o que aparece na sua vida está aí porque o poder da intenção assim o planejou. Por isto, sempre estão agradecidos. Sentem-se agradecidos por tudo, inclusive por coisas que poderiam parecer obstáculos. Têm a habilidade e o desejo de ver uma doença temporária como uma benção, e sabem no seu coração que, em alguma parte deste revés, há uma oportunidade, que é o que buscam em tudo o que surge nas suas vidas. Através do seu agradecimento, honram todas as possibilidades, ao invés de pedir tudo para a sua Fonte, porque isto seria como dar poder a algo que já desapareceu. Eles comungam com a Fonte em um estado de reverente gratidão para com tudo o que é apresentado em suas vidas, sabendo que isto faculta a sua intenção para manifestar precisamente o que precisam.
Os conectores se descrevem como pessoas que vivem em estado de agradecimento e audácia. É improvável que os escute se queixando de algo. Eles não são excessivamente exigentes. Se chove, desfrutam, sabendo que não conseguirão ir aonde querem se só viajarem nos dias ensolarados. Assim é como reagem frente a todas as coisas da natureza, com agradecida harmonia. A neve, o vento, o sol e os sons da natureza, tudo isto são lembranças de que eles são uma parte do mundo natural. O ar, independentemente da sua temperatura ou velocidade, é o venerado ar, fôlego de vida.
Os conectores agradecem ao mundo e a tudo o que nele está contido. A mesma conexão que experimentam com a natureza, sentem para com todos os outros seres, incluindo aqueles que viveram antes e os que ainda estão por chegar.
Têm consciência da unidade e, portanto, não fazem distinções entre tais e quais tipos de pessoas. Para um conector, tudo é “Nós”. Se pudesse observar o seu mundo interior, descobriria como lhes fere a dor imposta ao seu próximo. Carecem do conceito de inimigos, porque sabem que todos nós emanamos da mesma Fonte divina. Preferem valorizar as diferenças na aparência e nos costumes das demais pessoas, ao invés de se fixarem naquilo que não gostam nelas, criticando-as ou sentindo-se ameaçados por elas. A sua conexão com os demais tem uma natureza espiritual, mas não se separam espiritualmente de ninguém, independentemente de onde vivam ou quão diferentes possam ser seus aspectos ou costumes. No seu coração, os conectores sentem uma afinidade com toda a vida, assim como com a Fonte de toda vida.
Este vínculo de conexão é o que faz os conectores tão hábeis em atrair para a sua vida cooperação e assistência de outros no cumprimento de suas próprias intenções. Só o fato de se sentirem conectados significa que, nas mentes dos conectores, não há ninguém neste planeta com quem não estejam unidos espiritualmente. Em conseqüência, vivendo no campo da intenção, podem acessar, a todo momento, qualquer sistema de vida no universo em que coloquem a sua atenção, porque já estão conectados a este sistema de energia doadora de vida e a todas as suas criações. Eles agradecem esta conexão espiritual, e não esbanjam energia depreciando ou criticando. Nunca se sentem separados da assistência que todo este sistema doador de vida lhes oferece.
Portanto, os conectores não se surpreendem quando a sincronicidade ou as coincidências lhes trazem os frutos das suas intenções. Sabem, nos seus corações, que estes acontecimentos, aparentemente milagrosos, foram trazidos ao seu espaço vital imediato porque eles mesmos já estavam conectados com estes eventos. Pergunte aos conectores e lhe dirão que, naturalmente, é a lei da atração que está trabalhando. “Permaneça vibratoriamente afinado com o que a Fonte de toda vida planeja para si, e todas as pessoas e todos os poderes deste campo de intenção cooperarão consigo para atrair para a sua vida tudo o que desejar.” Eles sabem que assim é como o universo trabalha. Outros poderão insistir em que os conectores são meros afortunados, mas as pessoas que desfrutam do poder da intenção sabem que não é assim. Sabem que podem providenciar a presença de qualquer coisa em que fixem a sua atenção, enquanto permanecerem em consonância com as sete faces da intenção.
Os conectores não se gabam da sua boa fortuna, e se encontram em perpétuo estado de gratidão e de radical humildade. Entendem como o universo trabalha, e permanecem em um afortunado alinhamento com ele, não o desafiam, nem encontram defeitos. Pergunte-lhes isto e lhe dirão que todos somos parte de um sistema de energia dinâmica. Explicarão que a energia que se move com mais rapidez dissolve e anula a mais lenta. Estas pessoas escolhem estar em harmonia com a energia espiritual invisível. Treinaram os seus pensamentos para direcionar-se aos mais elevados níveis vibracionais e, conseqüentemente, são capazes de desviar as vibrações mais lentas/mais baixas.
Os conectores produzem um grande efeito quando entram em contato com pessoas que estão vivendo em níveis inferiores de energia. O seu sossego tem o efeito de fazer com que os demais se sintam seguros e tranqüilos, e irradiam uma energia de serenidade e paz. Não lhes interessa sairem vitoriosos das discussões, nem somarem aliados. Mais do que tentar persuadi-lo para que pense como eles, convencem-no através da energia que transpiram. As pessoas sentem amor pelos conectores, porque eles estão imbuídos na Fonte de toda vida, que é o amor.
Os conectores lhe dizem, sem duvidar, que escolhem sentir-se bem, independentemente do que aconteça ao seu redor ou de como os outros podem julgá-los. Sabem que sentir-se mal é uma escolha, e que a mesma não é útil para corrigir as situações desagradáveis no mundo. Por isto, utilizam as suas emoções como um sistema de orientação para determinar o quão sintonizados estão com o poder da intenção. Quando se sentem mal por algo, usam isto como indicador de que já é hora de mudar o seu nível de energia para sintonizar-se com a pacífica e amorosa energia da Fonte. Repetirão para si mesmos: “Quero sentir-me bem”, e, com este desejo, reconduzirão os seus pensamentos para a harmonia.
Ainda que o mundo esteja em guerra, continuarão optando por sentir-se bem. Ainda que a economia vire de pernas para o ar, continuarão querendo sentir-se bem. Ainda que as taxas de delinqüência subam ou os furacões rujam em alguma parte do planeta, continuarão escolhendo sentir-se bem. Se lhes perguntar por que não se sentem mal quando estão acontecendo tantas coisas más no mundo, sorrirão e lhe recordarão que o mundo do espírito, onde se planeja tudo, trabalha com a paz, o amor, a harmonia, a bondade e a abundância... “E eu escolho morar no interior de mim mesmo. Sentir-me mal garante que atrairei para a minha vida mais daquilo que me faz sentir-me mal.”.
Os conectores simplesmente não permitem que o seu bem-estar dependa de algo externo a eles mesmos, nem do tempo atmosférico, nem das guerras existentes em algum lugar do globo, nem do panorama político, nem da economia, nem, evidentemente, de alguém que tenha decidido estar em uma energia baixa. Trabalham com o campo da intenção, emulando o que eles sabem que é a Fonte criadora de tudo.
Os conectores sempre estão em contato com a sua natureza infinita. A morte não é algo que temam; e, se lhes perguntar, dirão que, na verdade, nada que nasceu pode terminar algum dia. Vêem a morte como uma troca de roupas ou como passar de uma sala para outra: uma mera transição. Eles estão apontados para a energia invisível, que vêem como seu verdadeiro ser, que planeja todas as coisas em nossa existência.
Graças ao fato dos conectores sempre se sentirem alinhados com todos e com todo o universo, não experimentam o sentimento de estarem separados de ninguém, nem de nada que queiram atrair para suas vidas. A sua conexão é invisível e imaterial, mas nunca é colocada em dúvida. Conseqüentemente, descansam nesta energia interna espiritual invisível que penetra em todas as coisas. Vivem em harmonia com o Espírito, não se vendo, jamais, como algo separado Dele. Este conhecimento é a chave na sua visão cotidiana do funcionamento do poder da intenção.
Simplesmente, será impossível convencer os conectores de que não se materializará o que propõem, porque confiam absolutamente na sua conexão com a energia da Fonte. Convidá-lo-ão a escolher com qual possibilidade você vai se identificar e, a partir daí, irão incentivá-lo a viver como se a houvesse obtido. Se não pode fazer isto e ainda permanecer firmemente ancorado na preocupação, na dúvida e no medo, desejarão o melhor para você, mas continuarão fazendo o que eles chamam “pensar com finalidade”. Podem ver o que pretendem manifestar nas suas vidas como se já houvesse se materializado e, para eles, como isto já é completamente real nos seus pensamentos, será a sua realidade. Dirão com franqueza: “Meus pensamentos, quando estão harmonizados com o campo da intenção, são pensamentos de Deus, e assim é como eu escolho pensar”. Se permanecer próximo deles o suficiente, verá o quão excepcionais são ao conseguir os frutos das suas intenções.
As pessoas conectoras são excepcionalmente generosas. É como se o que eles quisessem para si mesmos se subordinasse a um desejar ainda mais e com mais força para o seu próximo. Encontram um grande prazer em dar. Pode acontecer que os demais se perguntem como fazem para não acumular coisas para eles mesmos, ainda que em suas vidas reine a abundância, e porque não parece faltar nada do que eles desejam. O segredo do poder da intenção, dirão, está em pensar e atuar igual à Fonte oniprovedora, de onde tudo se origina. “Ela sempre está provendo, e eu também escolho ser um provedor. Quanto mais me entrego a mim mesmo e a tudo o que flui de mim, mais vejo fluir para mim”.
Os conectores são pessoas altamente inspiradas. Vivem mais no espírito do que nas formas. Conseqüentemente, são inspirados e inspiradores, o que vêem como oposição ao que já está formado e com informação completa. Estas pessoas têm um forte sentido do seu próprio destino. Sabem porque estão aqui, e sabem que são algo mais do que uma coleção encapsulada de ossos, sangue e órgãos metidos dentro de um corpo, debaixo de uma pele coberta de pelos. Estão vivendo, sobretudo, com propósito, e escolheram evitar serem distraídos pelas demandas do ego. Sentem um grande respeito pelo mundo do Espírito e, comungando com esta Fonte, permanecem inspirados.
O seu nível de energia é excepcionalmente alto. É uma energia que lhes define como conectores. É a energia da Fonte, uma freqüência vibratória rápida que leva o amor à presença do ódio e converte este ódio em amor. Exibem um semblante pacífico na presença do caos e da dissonância, e transmutam as energias mais baixas na energia superior da paz. Quando estiver em companhia destes que permanecem no campo da intenção, você se sentirá energizado, limpo, mais saudável e inspirado. Como têm uma notável ausência de juízo para com os demais, tampouco imobilizarão os pensamentos ou as ações alheias. Com freqüência são etiquetados como distantes e frios porque não se sentem inclinados para a conversa não-transcendente e para a maledicência. Dirão que o Espírito é quem dá vida, e que todos neste planeta levam este espírito em seu interior, esta força eternamente todo-poderosa. Eles assim acreditam, assim vivem, e inspiram os demais.
Irão ainda mais longe: dirão que os desequilíbrios da Terra, tais como terremotos, erupções vulcânicas e os padrões climáticos extremos são o resultado de um desequilíbrio coletivo da consciência humana. Recordar-lhe-ão que os nossos corpos foram feitos dos mesmos materiais da Terra, que 98% do fluído que compõe o nosso sangue foi alguma vez água oceânica, e que os minerais dos nossos ossos foram componentes das provisões finitas de materiais que há na Terra. Vêem a si mesmos unos com o planeta, e sentem a responsabilidade de permanecer em equilíbrio harmônico com o campo da intenção para ajudar a estabilizar e harmonizar as forças do universo que podem se desequilibrar quando vivemos com um ego excessivo. Dirão que os pensamentos, sentimentos e emoções são vibrações, e que a freqüência destas vibrações pode criar contrariedades que nos afetarão não só a nós mesmos, mas a tudo aquilo que for feito da mesma matéria.
Os conectores lhe estimularão a permanecer em harmonia vibratória com a Fonte, por um sentido de responsabilidade para com o planeta inteiro, e consideram que esta é uma função vital e emular. Isto não é algo sobre o que eles pensam ou discutam de uma perspectiva puramente intelectual, é algo que sentem profundamente dentro de si mesmos. Além disso, vivem cada dia apaixonadamente.
Quando observar estes conectores, notará que não vivem no mal-estar e na doença. Vivem como se o seu corpo gozasse de saúde perfeita. Na verdade, pensam e sentem que não existe nenhum tipo novo de doença que já não tenha sido curada. Acreditam que atraem soluções novas porque sabem que há muitas soluções possíveis para toda e qualquer situação, inclusive aquelas que para os outros podem parecer impossíveis de superar. Dirão que as possibilidades de obter soluções curadoras já estão aqui e agora, e que o rumo que tome qualquer doença dependerá da sua própria perspectiva. Precisamente, como acreditam que os turbulentos sistemas externos se pacificam na presença da nossa paz, vêem isto como uma possibilidade de evolução interna. Pergunte-lhes sobre as suas capacidades sanadoras e lhe dirão: “Eu já estou curado, e penso e sinto só esta perspectiva”.
Com freqüência verá como as suas doenças e moléstias físicas desaparecem quando está na presença dos conectores de energia excepcionalmente alta. Por quê? Porque a sua elevada energia espiritual anula e extirpa as energias inferiores da doença. Precisamente, estar na presença de conectores faz com que se sinta melhor porque eles emanam e irradiam uma afetuosa e alegre energia que cura o seu corpo, que também acontece quando você está dentro deste tipo de campo energético.
Os conectores são conscientes da necessidade de evitar a baixa energia. Silenciosamente, afastar-se-ão das pessoas ruidosas, belicosas e julgadoras, enviando-lhes uma silenciosa benção e retirando-se para deixar o caminho livre. Não perdem tempo contemplando os violentos programas da TV, nem lendo a recontagem de atrocidades ou as estatísticas da guerra. Estas pessoas, que desfrutam revirar-se nos horrores que se debatem e emitem, poderiam parecer dóceis ou desapaixonados. Partindo do fato de que os conectores não precisam ganhar, nem ter razão, nem dominar outras pessoas, o seu poder radica na sua capacidade de elevar os demais com a sua presença. Comunicam o seu ponto de vista permanecendo em harmonia com a energia criadora da Fonte. Nunca se ofendem, porque o seu ego não se implica nas suas opiniões.
Os conectores vivem as suas vidas nivelando-se vibracionalmente com o campo da intenção. Para eles, tudo é energia. Sabem que adotar uma posição hostil, de ódio e de raiva para com as pessoas que acreditam e que apóiam as atividades de baixa energia, que envolvem alguma modalidade de violência, só potencializará a presença deste tipo de atividades debilitantes neste mundo.
Os conectores vivem na sua energia mais rápida e elevada, que lhes permite acessar facilmente os seus poderes intuitivos. Têm um conhecimento interior sobre o que está chegando. Se lhes perguntar sobre isto, dirão: “Não posso explicar, mas sei, porque sinto no meu interior”. Conseqüentemente, é raro que se sintam confusos quando os acontecimentos que eles antecipam e planejam criar se manifestam. Na verdade, ao invés de se surpreender, esperam que as coisas se ajeitem. Permanecem tão conectados com a energia da Fonte que são capazes de ativar a sua intuição e experimentar revelações sobre o que é possível e como conseguir isto. O seu conhecimento interno lhes permite ser infinitamente pacientes, e nunca se desgostam pela velocidade ou pela maneira como as suas intenções se manifestam.
Os conectores freqüentemente refletem as sete faces da intenção descritas ao longo das páginas deste livro. Verá pessoas extraordinariamente criativas, que não precisam fazer ou ordenar as coisas da forma como os outros supõem que deve ser. Aplicam a sua individualidade única nas suas tarefas, e lhe dirão que podem criar qualquer coisa em que colocarem a sua intenção e imaginação.
Os conectores são pessoas excepcionalmente amáveis e amorosas. Sabem que, harmonizando-se com a energia da Fonte, reproduzem a bondade que provém dela. Ademais, para eles não pressupõe esforço algum em ser amável. Sempre são agradecidos com o que lhes chega, e sabem que esta bondade para com tudo na vida e para com o nosso planeta é a maneira de mostrar esta gratidão. Por causa do seu modo de ser, outros irão querer devolver os seus favores e se converterão em seus aliados, ajudando-os a atingir os seus propósitos. Associam-se com um número ilimitado de pessoas, com qualquer um que chegue revestido de amor, bondade e generosa assistência mútua para o cumprimento dos seus desejos.
Também apreciará o modo como os conectores vêem a beleza do nosso mundo. Sempre encontram algo que valorizar. Podem se perder na beleza de uma noite estrelada ou de uma rã pousada sobre um leito de lírios. Vêem a beleza das crianças e percebem o brilho natural e o esplendor dos anciãos. Não desejam julgar ninguém em termos da baixa energia negativa, e sabem que a Fonte criadora de todas as coisas só traz beleza à forma material, beleza que, desta forma, sempre está disponível.
Os conectores nunca se conformam com o que sabem! São curiosos sobre a vida, e lhes atrai todo o tipo de atividade. Sempre encontram algo para desfrutar em todos os campos do esforço criativo humano, e sempre estão expandindo os seus próprios horizontes. Esta abertura para tudo e para todas as possibilidades, e esta qualidade de expansão constante, caracterizam a sua habilidade na manifestação dos seus desejos. Eles nunca dizem “Não” ao universo. Para tudo o que a vida lhes envia, eles dizem “Obrigado. O que posso aprender e como posso crescer através do que estou recebendo?”. Negam-se a julgarem alguém ou qualquer coisa que a Fonte lhes ofereça, e esta atitude de constante expansão é a que finalmente lhes equipara com a energia da Fonte e é a que abre a sua vida para receber tudo o que a Fonte lhes quer proporcionar. São como uma porta aberta, que nunca se fecha para as possibilidades. Isto lhes faz totalmente receptivos à abundância que sempre, incessantemente, flui.
Estas atitudes que verá nas pessoas conectoras são precisamente a razão pela qual parecem tão afortunados na vida. Quando está com eles, você se sente energizado, decidido, inspirado e unificado. Se sente predisposto a estar na presença de pessoas como estas, porque lhe energizam, trazendo uma sensação de poder. Quando se sentir potente e energizado, você mesmo entrará no fluxo da energia de abundância da Fonte, e, sem perceber sequer, convidará outras pessoas a fazerem a mesma coisa. A conexão não se produz unicamente com a energia da Fonte, mas com todos e com todo o universo. Os conectores estão alinhados com todo o cosmos e com cada partícula do cosmos. Esta conexão faz possível e disponível o poder infinito da intenção.
Estas pessoas altamente realizadas pensam com uma finalidade, experimentando o que querem obter antes que assuma forma material. Utilizam os seus sentimentos como um calibre para determinar se estão sincronizados com o poder da intenção. Se se sentirem bem, saberão que estão em harmonia vibratória com a Fonte. Se se sentirem mal, usarão este indicador para se ajustarem com os níveis energéticos superiores. E, finalmente, atuam, com estes pensamentos de intenção e bons sentimentos, como se tudo o que desejam já estivesse aqui. Se lhes perguntar o que pode fazer para que os seus desejos se tornem realidade, decididamente lhe aconselharão que mude o modo como vê as coisas, e as coisas que vê mudarão.
Incentivo-lhe a reproduzir o seu mundo interior, e a regozijar-se no infinitamente magnificente poder da intenção.